Palavra do Reitor

O Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI UFES – é uma ferramenta balizadora para nortear as ações da Universidade Federal do Espírito Santo no período de 2013 a 2017, com o respaldo do Conselho Universitário. A meta da Administração Superior é dar início, neste ano de 2013, aos debates acerca dos rumos da nossa instituição, a partir de uma mobilização coletiva que envolva toda a comunidade acadêmica, sejam os professores, os servidores técnicos e os estudantes. Os debates do PDI UFES deverão contemplar a autoavaliação institucional e, a partir desse diagnóstico, estabelecermos objetivos de modo a projetar a Universidade na direção do futuro.

Para a definição das linhas norteadoras do PDI UFES, deveremos promovero debate intenso e com conteúdo, observando aspectos institucionais fundamentais, como a missão, os valores,a história, as finalidades, as áreas de atuação, a estrutura organizacional, a potencialização dos recursos humanos, a consolidação e ampliação de determinadas ações, e criação de novas frentes. O PDI UFES deverá ser o guia que venha a orientar as atividades dos gestores e que posicione solidamente a instituição diante dos seus grandes desafios, permeando todos os setores, acadêmicos e administrativos.

A construção coletiva do novo PDI UFES permitirá que a comunidade acadêmica se detenha sobre eixos temáticos fundamentais ao desenvolvimento da Universidade: as diretrizes pedagógicas; a inserção institucional no contexto regional, nacional e internacional; a assistência; o ensino, a pesquisa e a extensão; as práticas profissionalizantes; enfim, um conjunto de questões relevantes para o pleno e adequado desenvolvimento de uma instituição de ensino superior. As discussões acadêmicas em torno do PDI UFES provocarão, certamente, a saudável busca pela qualidade, contornando questões de conteúdo meramente estatístico, para, enfim, reproduzirmos, com a máxima fidelidade, o pensamento da comunidade universitária sobre o futuro da instituição.

Assim, deveremos também avançar sobre outras tantas questões fundamentais ao cotidiano da Universidade, como a flexibilização dos componentes curriculares, a integralização dos cursos, o uso de novas tecnologias no processo ensino-aprendizagem, as formas de acesso, a assistência estudantil, o relacionamento com os egressos, os limites burocráticos nos diferentes níveis de gestão, e o relacionamento da instituição com o poder público e a sociedade. Tudo isso, entre outras questões, seguramente, nos moverá a um instigante debate cujo resultado será a definição de novos parâmetros para uma instituição de ensino pública, gratuita e de qualidade, sempre em sintonia com os anseios da sociedade capixaba e brasileira.

Reinaldo Centoducatte

Reitor